sábado, 28 de agosto de 2010

Banido do Paraíso

você acreditou que era capaz de me fazer feliz,
acredito que eu fui feliz com o que fiz... :B

aquele murmúrio,
ouvi seus sussurros,
pelos quais fui banido do céu,
pelos que me tornaram réu.

Matei a sangue frio,
vivi num corpo vazio,
e eu não irei caçar meus sentimentos,
pois talvez não queira os outros elementos.

Ódio, Amor...
acabaram indo além de minha dor.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

História nada romântica

Dizia-se que a historia não haveria fim,
dizia ser uma historia cheia de satisfação...

agora tenho a obrigação em dizer,
que nessa história não existiu prazer,
hoje, nem ao menos posso te ver.

Aquele velho fogo se mantém aceso,
se mantém aqui dentro, Preso...
nessa história feri a mim mesmo,
mas seria impossível sair ileso.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

tudo isso é além de meus sonhos,
tudo isso é ligado a meus pesadelos,
espero desesperado por outra razão,
espero rezar para os que morrerão.

minha solidão se contenta em te ver,
Mas meus desejos não se realizam sem você.

só me resta rezar aos sonhos que não acabaram,
mas que ainda não se realizaram.

Rezo para que os problemas fiquem invisíveis aos meus olhos,
Ou que eu continue, para sempre, cego com suas mentiras.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Deer Dance - System of a Down

Evitando espetáculos
Lamentando em protesto,
Para a visível polícia
Cuja presença espalha medo.
Batalhões de policiais revoltados,
Com beijos de balas de borracha,
Batom de cortesia,
Servido com um sorriso.

Uma torrente de palavras,
Proliferam a dispersão
Sobre suas paredes nuas, vivo.
Um político liga,
O acordo do cara decadente
Não podemos aceitar em sermos neutros em um trem em movimento.

Alem do Staples Center você pode ver a América,
Com seu cançaso, pobreza, desgraça vingativa.
Jovens amáveis pacificos contra a brutalidade,
Uma existência plástica.

Empurrando criancinhas,
Com suas automáticas carregadas,
Eles gostam de oprimir os fracos.
Empurrando criancinhas,
Com suas automáticas carregadas,
Eles gostam de oprimir os fracos.

Oprimi-los.
Uma dança de cervo
Convidando para a paz,
Com a guerra encarando você
Vestida de preto
Com um capacete, furiosa
Treinado e apropriado para os descontentes
Para os descontentes desproporcionais.
O menininho sorriu,
Tudo ficará bem.
Disse que o menininho sorriu,
Tudo ficará bem.

domingo, 22 de agosto de 2010

tenho me encontrado num momento obscuro,
pois eles conhecem tudo o que sei,
conhecem meus momentos de sacrifício,
aqueles momentos sem salvação.

por que continuam vivos?
por que vivem em chamas frias de desolação?

Vejo o sangue fugir de minhas veias,
minhas lágrimas nascerem dos meus olhos.

Quebrando os portões negros,
Inalando a fumaça da destruição,
Detonam nossa Paz.
Invasores ou exploradores?